- Ora, ora, vejam só - espantou-se. - Vejam só quem está aqui!
Aldo não esboçou sorrisos, tampouco conformou-se com a neutralidade da face. Franziu as sobrancelhas violentamente. O impacto da careta fez Alessandro recuar, entretanto, o rapaz não demorou a realizar nova investida de aproximação.
- Nem mais um passo - pediu Aldo. - Diga-me onde eles estão.
- Hmmm, parece que está procurando alguém... - riu Alessandro. - Deixe-me ver, partindo de você, só pode estar a questionar-se sobre Giulli ou Thomazzo. Francamente?
- Francamente! - irritou-se o pequeno. - Francamente, francamente, francamente! Pelos céus, Sandro, não brinque com isso!
Se o céu fosse profundo o bastante para espelhar aqueles corpos, cabendo mais de mil seres em toda sua amplidão, toda a eternidade anil adentro não caberia o silêncio inquietante daquele cubículo onde estavam. Nem uma palavra. Alessandro direcionou o olhar para os pés de Aldo, registrando lentamente os farrapos que escondiam a pele do garotinho na subida até sua nuca. Balançou a cabeça, desdém, dar de ombros, quem se importa com o paradeiro dos girassóis e suas lacunas entre dentes?
- Por favor, Sandro...
- Não vou torturar você. Preste muita atenção, porque só direi uma vez. Está pronto? Pa... ler... mo.
- Mo! - disseram ao mesmo tempo. - Céus! - desesperou-se Aldo. - Sicília!
- Isso! - gargalhou Alessandro cruel. - Muito bem, Aldo! Bom garoto! Sicília! - o homem arrumou os dedos em um entrelaço das mãos. - Ai, ai, esse desespero de vocês é tão previsível. Boa sorte, Aldo. Você vai precisar.
Aldo não esboçou sorrisos, tampouco conformou-se com a neutralidade da face. Franziu as sobrancelhas violentamente. O impacto da careta fez Alessandro recuar, entretanto, o rapaz não demorou a realizar nova investida de aproximação.
- Nem mais um passo - pediu Aldo. - Diga-me onde eles estão.
- Hmmm, parece que está procurando alguém... - riu Alessandro. - Deixe-me ver, partindo de você, só pode estar a questionar-se sobre Giulli ou Thomazzo. Francamente?
- Francamente! - irritou-se o pequeno. - Francamente, francamente, francamente! Pelos céus, Sandro, não brinque com isso!
Se o céu fosse profundo o bastante para espelhar aqueles corpos, cabendo mais de mil seres em toda sua amplidão, toda a eternidade anil adentro não caberia o silêncio inquietante daquele cubículo onde estavam. Nem uma palavra. Alessandro direcionou o olhar para os pés de Aldo, registrando lentamente os farrapos que escondiam a pele do garotinho na subida até sua nuca. Balançou a cabeça, desdém, dar de ombros, quem se importa com o paradeiro dos girassóis e suas lacunas entre dentes?
- Por favor, Sandro...
- Não vou torturar você. Preste muita atenção, porque só direi uma vez. Está pronto? Pa... ler... mo.
- Mo! - disseram ao mesmo tempo. - Céus! - desesperou-se Aldo. - Sicília!
- Isso! - gargalhou Alessandro cruel. - Muito bem, Aldo! Bom garoto! Sicília! - o homem arrumou os dedos em um entrelaço das mãos. - Ai, ai, esse desespero de vocês é tão previsível. Boa sorte, Aldo. Você vai precisar.
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