Difícil.

Sei que compreender é o melhor caminho, até porque qualquer rumo que escape desta sugestão me fará perder os cabelos, arrancá-los um a um, então eu posso respirar, bem profundamente, e me lembrar de todo o seu contexto pessoal, suas vivências, suas experiências, suas cicatrizes, e tantas coisas que nunca haverá de ter consciência, improvável que se percebesse assim, céus, que difícil.

Vejo os atos que reproduzo e peço a Deus que me dê sabedoria para não repetir seus vícios. Difícil mensurar quem é refém de quem, quem é marionete de quem. Se silencio, estou equivocada, se falo, estou equivocada, se defendo, estou equivocada, se observo, talvez esteja começando a acertar alguma coisa. Mas reconheço que ainda não tenho a paciência necessária, não tenho a resignação necessária, não tenho a compreensão necessária.

Não, ainda.

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