Eu não posso viver a vida com medo nem ditar minhas ações para corresponder às projeções do que os outros esperam que eu seja. Aliás, inclusive, encarar que muito desse ciclo reside só em mim que arquiteto os pensamentos alheios simplesmente pelo vício de não querer assumir a própria responsabilidade diante de si como ser dono da coisa toda. E nem dono de nada se pode ser, porque até me controlar exteriormente muitas vezes vai além do que mantenho em direções apontadas por mim mesma.

Isso por vezes me é muito sufocante, por isso eu compreendo tanto e tenho tanta empatia por certas pessoas. Mas eu também não posso ficar presa à armadilha de acreditar que isso sou eu. Não sou! Não sou! NÃO SOU ISSO!

Tenho bem mais poder criativo e proativo que as memórias padronizadas de ciclos despedaçados. Não posso empurrar goela abaixo as minhas verdades, mas, pelos céus, como não se enxergar o que é óbvio e claro? Como não forçar a vida, mas também não deixá-la escorrer?

Não quero ser efêmera. Quero ser eterna.

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